Esquiar ou praticar snowboard são atividades caras. Além do comprar o passe para entrar na montanha (veja preços de Cerro Castor aqui), também é preciso alugar equipamentos: ski ou snowboard, botas, calça e jaqueta corta-vento impermeáveis, luvas específica para neve – não tente usar a sua comunzinha – e goggle, aquele óculos de neve. Você ainda terá que pagar o traslado até a montanha e, se não levar um lanchinho, vai pagar um pouco mais caro nos restaurantes da estação. Ainda indico reservar um dia para fazer duas aulas com os instrutores. Então, calcule tudo isso antes de comprar a passagem aérea e reservar hotel na empolgação.

VALORES DOS EQUIPAMENTOS PARA ALUGUEL

Quanto mais dias você aluga os equipamentos, mais desconto tem. Só para você ter uma ideia de valores, vou repassar aqui os preços de equipamentos da Ushuaia Extremo Travels

Temporada de inverno 2014. Preços em Pesos Argentinos

 Ski + botas adulto:

1 dia = ARS 145

4 dias = ARS 500

7 dias = ARS 770

Ski + botas infantil:

1 dia = ARS 115

4 dias = ARS 415

7 dias = ARS 668

Snowboard + botas adulto ou infantil:

1 dia = ARS 195

4 dias = ARS 690

7 dias = ARS 1.070

Calça:

1 dia = ARS 79

4 dias = ARS 290

7 dias = ARS 450

 Luvas:

1 dia = ARS 58

4 dias = ARS 190

7 dias = ARS 225

Óculos:

1 dia = ARS 60

4 dias = ARS 290

7 dias = ARS 260

Capacete:

1 dia = ARS 60

4 dias = ARS 290

7 dias = ARS 260

Jaqueta:

1 dia = ARS

4 dias = ARS

7 dias = ARS

 

COMO ESCOLHER O SNOWBOARD?

Não tenha pressa em escolher.

Apoie o snowboard no chão e escolha um que fique na altura do seu queixo.

Alugue um que não tenha o compensado muito duro. Apoie a parte de trás no chão e aperte com carinho em cima para ver a maleabilidade. As mais duras são para aqueles com mais experiência.

Vista as botas e experimente a prancha com elas, para testar a abertura das suas pernas depois de fechar o biding (onde as botas vão presas). Flexione os joelhos e veja se você está confortável, se a perna que vai na frente a sua direita (goofy) ou esqueda (regular).

Veja se as laterais não estão muito desgastadas.

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Restaurante e abrigo Cerro Castor

Restaurante e abrigo Cerro Castor

– A cidade é uma graça, pequena e super aconchegante. Dá pra fazer muita coisa a pé (se não estiver super frio ou nevando). Eu indico ficar na parte central da cidade, apesar de existir muitas hospedagens a caminho das montanhas.

Não indico alugar carro. Apensa de ser uma cidade pequena, tem bastante trânsito, engarrafamento nos horários de pico e não me parece ser muito fácil dirigir onde há gelo na pista.

– Se você quiser muito alugar um carro, tem agência da AVIS no aeroporto. Agende pela internet, porque na hora pode não ter carros disponíveis. A diária sai entre ARS 400 e 500 pesos. Reserve pelo e-mail ushuaia@avis.com.br

– O aeroporto é perto do centro da cidade. De táxi, a corrida leva uns 20 minutos e sai entre ARS 15 e 25 pesos argentinos.

Leve dólar e troque por pesos nas agências de turismo por um câmbio bem favorável. Você também pode alugar equipamentos diretamente em dólar. Tanto para aluguel de equipamentos, quanto para câmbio e compra de passeios ou traslado para a montanha, indico a Ushuaia Extremo Travels (www.ushuaiaextremotravels.com), na rua San Martín, 1306. Atendimento em português e portunhol.

Traslados de van são bem comuns. É só agendar de um dia pro outro nas empresas de turismo da cidade. Custa ARS 200 pesos argentinos por pessoa (preços de julho de 2014) ida e volta do centro até a montanha da estação de esqui de Cerro Castor. A estação é longe da cidade e o trajeto leva cerca de 30 minutos. Existem três horários de ida para a montanha; às 8h, 10h e 12h; e dois horários de volta: 15h e às 17h, quando fecha a estação de esqui. Agende sua ida na agência de turismo para apenas um dia. Quando você entrar na van, combine com o motorista o dia seguinte e ele dará um desconto, cobrando ARS 180 pesos argentinos ida e volta.

Publicado por: @juba7 | janeiro 13, 2012

Península de Maraú – Como chegar

Barco de Camamu para Barra Grande

Barco de Camamu para Barra Grande

Existem várias formas de chegar até a Península de Maraú. Três aeroportos da Bahia (Ilhéus, Porto Seguro e Salvador) oferecem acesso até lá por meio dos ônibus da empresa Águia Branca.

O aeroporto de Ilhéus é o mais próximo. Fica há duas horas da cidade de Camamu, de onde saem barcos e lanchas para Barra Grande, o principal vilarejo da península. Para chegar do aeroporto até Camamu, você pode pegar um táxi que custa entre R$ 150 e R$ 200 . Mas é óbvio que você, como bom mochileiro, não vai fazer isso. Ao sair do aeroporto de Ilhéus, tome um táxi até a rodoviária de Ilhéus e pegue o ônibus da Águia Branca, que custa em torno de R$ 20. Na verdade, é preciso comprar com antecedência, pois essas passagens se esgotam com rapidez e podem acabar três dias antes. Consulte os horários dos ônibus no site e compre pela internet. Depois é só retirar a passagem no guichê da rodoviária.

Chegando a Camamu você vai ver que não existe rodoviária. O ônibus para perto do píer, onde você vai pegar o barco para Barra Grande. Ali o turista é muito abordado por locais. Eles oferecem lanchas rápidas para Barra Grande por R$ 25 por pessoa. O trajeto leva cerca de 25 minutos. Mas pra quê a pressa? Você está na Bahia, lembra? Agradeça os lancheiros e diga que vai pegar o barco, que fica um pouco mais à esquerda no píer. O barco leva 1h30 até Barra Grande, mas vale a calma do passeio. E você já vai se familiarizando com os locais. Peça ao marinheiro uma Skol gelada por R$ 2,50 e vá admirando a Baía de Camamu.

Pelo aeroporto de Salvador, os locais me disseram que existe uma balsa que sai da capital baiana e vai até a cidade de Bom Despacho. Dali, é possível pegar ônibus que partem em direção à Camamu. Ou pegar um ônibus direto para Camamu da rodoviária de Salvador. Leva quase o mesmo tempo, cerca de 6 horas.

Via Porto Seguro, até onde eu soube, existem ônibus para Camamu apenas uma vez por semana. É preciso conferir os dias no site da Águia Branca ou ligar para (11) 4004-1010

Publicado por: @juba7 | janeiro 12, 2012

Península de Maraú – Onde mergulhar

Taipus de Fora

Taipús de Fora

A maré tem uma lógica de subidas e descidas durante todo o dia. Como eu estava sem acesso à internet, não consegui acessar a tabela de marés da região. Perguntar aos locais foi inútil. Cada hora um falava um horário diferente para mergulhar. As piscinas naturais se formam quando a maré está baixa. Um barqueiro me disse que na lua cheia a maré mais baixa ocorre pela manhã. Na lua minguante, o ideal é à tarde. Chegamos na maré morta, quando ela varia pouco. Ainda assim, consegui fazer os meus mergulhos.

Taipús de Fora foi uma grande decepção para mim. Não sei se porque a maré não estava perfeita, mas tudo que consegui ver embaixo d’água foi dezenas de pares de pernas de turistas. Nem meia dúzia de peixinhos! Acho que eles fogem com o assédio dos banhistas. Como atrai muitos turistas e os preços são bem salgados, a praia fica num clima “farofa”.  Os quiosques pedem consumação mínima. Um deles queria R$ 40. Haja fôlego pra beber tanta água de coco. A casquinha de siri custava R$ 12.  Avisamos que não ficaríamos muito, tomamos duas águas de coco por R$ 3 e demos mais R$ 4 pelo “aluguel” das cadeiras de plástico.

Megulho em Bombaça

Megulho em Bombaça

Todo o litoral é cheio de corais e, caminhando pela orla de Bombaça, você pode achar lugares para mergulhar tranquilamente. Como em frente à pousada Kaluna, no Bar Tocosauro, onde há pequenas piscinas naturais. Menores do que em Taipús, mas muito bonitas. Na foto, crianças nativas da região pescando.

Cuidado com as águas-vivas. Eles ficam nas regiões mais fundas do mar, mas é sempre bom estar atento. Nós as vimos próximas ao final do píer, na Barra Grande, e em alto-mar, numa parada para mergulho do barco de passeio.

Leve seu equipamento de mergulho (nadadeiras, máscara e snorkel). Além de ser artigos de uso pessoal (não só por questões de higiene, mas por encaixe perfeito ao corpo do dono) há poucas pousadas ou locais que alugam. Também é possível comprar nas lojas que oferecem cursos de mergulho em Barra Grande, mas nem pensei em perguntar o preço. Eu comprei numa loja de artigos de camping e pesca de Florianópolis antes da viagem e paguei R$ 70 nos pés de pato e mais cerca de R$ 60 na máscara com snorkel (tamanho infantil) com vedação com silicone. O tamanho infantil é mais barato e se encaixou melhor no meu rosto. Para um maior conforto durante o mergulho, não recomendo economizar. Se estiver com pouca grana, deixe de lado a nadadeira, que não é fundamental para ver o fundo do mar.

Publicado por: @juba7 | janeiro 12, 2012

Barra Grande – Bahia – Onde Comer

Barra Grande é onde tudo acontece ao norte da Península de Maraú. O trapiche  onde chegam e saem barcos e lanchas, os principais bares e restaurantes e muitas pousadas estão localizados ali. Mas como esse destino está rapidamente sendo descoberto pelos turistas, os preços entraram em alta nos últimos anos. Não se encontra uma moqueca de peixe ou aratu (tipo de siri) por menos de R$ 60 para duas pessoas, mas os pratos são bem servidos.

É possível encontrar PFs (pratos feitos) com arroz, feijão, salada, carne de sol ou peixe ou aratu por R$ 15. Comida a quilo varia entre

Restaurante Gravatá

Restaurante Gravatá

R$ 27 e R$ 33 o quilo. Eu recomento o restaurante Gravatá. Ele tem comida a quilo e com opções vegetarianas, como a beringela recheada e abobrinha com gorgonzola. Sai por R$ 27 o quilo.

À noite eles ficam abertos até às 23h. O cardápio conta com massas (nhoque por R$ 15) e sanduíches. Recomendo o de pão integral, feito por eles, com escabeche de beringela (R$ 6). O hambúrguer de carne caseira sai por R$ 10.

O restaurante Gravatá fica um pouco fora do centrinho da vila, mas ainda bem perto de tudo. Fica logo depois do único posto de combustível da Barra Grande. Pergunte ali ou ligue (73) 3258-6492  e celulares 9977-9414 ou 8166-4800

O restaurante Point do Verão também serve PFs a R$ 15. Ele fica bem no centrinho de Barra Grande, quase em frente à igrejinha Santo Antônio. A ceveja Skol  de 600 ml sai por R$ 6 e a Devassa por R$ 4,50. Vale também provar o café da manhã deles, servido até às 11h da manhã. Custa R$ 11 por pessoa e vem com bolo caseiro, banana da terra frita, manteiga, pão, queijo, presunto, uma fatia de melancia e de mamão, café com leite à vontade e um suco de fruta natural. No ponto para começar o dia.

Existe um padaria quase na praça do centrinho. O café da manhã deles é por quilo, servido durante todo o dia. Tem mais opções de frutas, bolos e pães, mas sai bem mais caro. Peguei uma fatia de mamão minúscula e um bolinho pequeno que saiu R$ 7.

Publicado por: @juba7 | janeiro 12, 2012

Península de Maraú – Onde NÃO se hospedar

Eu não recomendo a pousada pelo motivo abaixo. Apesar de eu tem um pé atrás com essa associação, já que é formada por oito empresários da região sudeste do país, a denúncia parece ser consistente.

A Associação dos do Amigos da Península de Maraú (APEMA), sediada no município de Maraú-BA, encaminhou denuncia ao Ministério Publico Federal, IBAMA- INEMA, Secretaria de Recursos Hídricos e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, dando conta da prática de desmatamento em área de preservação permanente (restingas e manguezais) localizada em Taipú de Fora zona de Barra Grande no município de Maraú. O trecho onde está acontecendo esse crime ambiental fica localizado na pousada “Taipú de Fora” na Peninsula de Maraú, propriedade do empresário Haroldo Magalhães. Segundo a entidade que fez a denuncia, o empresário também vem depositando todo lixo produzido pelo seu estabelecimento comercial às margens de um “Aibim”, local onde os peixes utilizam para reprodução das espécies, tudo isso em área de preservação permanente, o que agrava ainda mais o crime ambiental. A retirada sem controle da cobertura dessa vegetação e outras agressões a natureza promovida pelo empresário do ramo de turismo, vem causando indignação e protesto por parte de setores das comunidades de Maraú. Haroldo Magalhães ainda é acusado pela APEMA- Associação dos Amigos da Península de Maraú pela extração ilegal de areia para construção civil nas imediações da “Pousada Taipú de Fora” e outras áreas vizinhas, sem a devida autorização do órgão responsável. Tão logo tomou conhecimento do desmatamento das restingas, matas ciliares e manguezais na localidade, representantes da APEMA realizaram inspeção no local e constataram através de fotografias a prática do Crime ambiental. Em seguida, encaminharam denuncia ao IBAMA no sentido de impedir o avanço dessas praticas nocivas a um ecossistema tão frágil como o da península de Maraú.

Fonte: Jornal Tribuna da Região

Publicado por: @juba7 | janeiro 12, 2012

Península de Maraú – Onde se hospedar

Hostel Barra Grande

Hostel Barra Grande

Nessas férias escolhemos um destino dentro do Brasil para desbravar. Busquei no Google as palavras “praia deserta Bahia”. Cliquei no primeiro resultado que apareceu: Península de Maraú. Fui em “imagens” e não tive dúvidas que aqueles era o local. Um lugar com pouca chuva e ainda pouco divulgado na mídia como as conhecidas Itacaré e Morro do São Paulo.

Como a península é grande e com diversas praia, foi difícil escolher onde ficar. A maioria das pousadas que existem por lá já estão cobrando um valor altíssimo, especialmente depois do Guia 4 Rodas eleger Taipus de Fora – uma das praias da região – como uma das mais bonitas do Brasil. Isso inflacionou quase tudo em Maraú.

Na alta temporada, de dezembro até o fim do carnaval, é difícil achar uma pousada por menos de R$ 150 o casal. Elas baixam pra R$ 80 nos outros meses. As mais simples, beeeem simple, com ventilador e sem café, saem por R$ 80 o casal na alta temporada. E boa parte delas estão lotadas em janeiro.

Quarto do Barra Grande

Quarto do Barra Grande

Porém, nós achamos um lugar que talvez caiba no seu orçamento de mochileio elegante. É o albergue Barra Grande. Como o nome diz, fica na Barra Grande, bem pertinho do agito da comunidade, mas afastado o suficiente da muvuca. São 20 aparatamentos, sendo oito com cama de casal. Na alta temporada fica por R$ 30 por pessoa. O lugar é mesmo um hostel. Cada quatro quartos compartilham dois banheiros que não contam com água quente – mas no calor que faz lá, nem precisa. Os demais quartos com três beliches têm banheiro no próprio quarto. Tudo é muito limpo. Quase não cruzei com os hóspedes. Eles oferecem lençóis e toalhas de banho. O colchão é bem mole, não é muito confortável, mas o quarto é bem arejado, com janela na frente e uma janelinha atrás (não esqueça de fechá-las à noite por causa dos mosquitos).

Para chegar na praia, na Ponta do Mutá, é uma caminhada de uns 700 metros, por dentro da comunidade. Para ir até a praça do centrinho, dá uns 500 metros. Até o píer, quase um quilômetro. Fui de mochilão até o píer e achei a pernada bem tranquila.

Reservas pelo e-mail alberguebarra@hotmail.com Telefone (73) 3258-6117. Falar com Rejane.

Publicado por: @juba7 | setembro 18, 2010

AEROPORTO DE SUCRE

TAM: Transporte Aéreo Militar Boliviano

TAM: Transporte Aéreo Militar Boliviano

O aeroporto de Sucre é minúsculo mas muito simpático. Só tem uma esteira, caindo aos pedaços, mas o guichê de informações turísticas funciona muito bem. A senhora nos atendeu em italiano (porque ela não achou que eu fosse brasileira) e nos deu um mapa e orientou a pegar um micro-ônibus ao invés de táxi para chegar ao Centro. Ambos levam, praticamente, 30 minutos. Porém, a diferença de preço é grande: $ 50 Bol pelo táxi e $2,50 Bol de micro. Eles passam toda hora e bem na frente do aeroporto. É só perguntar ao motorista ou pegar o linha F.

Na Bolívia também se faz vôos pela TAM. Só que não é a companhia brasileira, mas sim a Transporte Aéreo Militar Boliviano. Os aviões lembram muito aquelas velhas aeronaves da VASP. Quem vôou disse que é mais desconfortável. Porém, a passagem é mais barata que pela AeroSur.

A título de curiosidade: em dias quentes, as aeromoças da AeroSur usam shortinho com meia-calça e uma flor cor de violeta de crochê no cabelo. Nos dias frios, um sobretudo também violeta com a flor no coque. O sanduíche é entregue antes de você embarcar no avião e a bebida servida no decorrer do vôo.

Publicado por: @juba7 | setembro 18, 2010

BOLÍVIA

Se você gosta de conforto e de viajar sem passar imprevistos, seu lugar NÃO é a Bolívia. Agora, se você gosta de aventura, de passar perrengue sem frescura e está com pouca grana no bolso, o seu destino TEM QUE SER a Bolívia!

Nossa viagem começa em Santa Cruz de la Sierra, de onde pegamos um outro vôo da companhia boliviana Aerosur para a cidade de Sucre, capital da Bolívia. Ué, não era La Paz? Pois é, acontece que a Bolívia tem duas capitais. Sucre é uma cidade histórica, o berço da Bolívia. Só que depois da Guerra Civil de 1898, os poderes Executivo e Legislativo foram transferidos para La Paz. Sucre é hoje a capital constitucional e, na prática, sedia apenas o Poder Judiciário. Mesmo assim a população de Sucre se orgulha e enaltece o status de capital da cidade, que tem um sexto da população de La Paz.

Publicado por: @juba7 | setembro 18, 2010

Mercado Municipal de Sucre

Centro de Sucre

Centro de Sucre

A cidade de Sucre é lindinha, mas está bem maltratada. O Mercado Municipal, um dos principais pontos turísticos da cidade, parece abandonado. Os relógios de energia do Mercado, por exemplo, estão caindo aos pedaços. Se isso está exposto assim, imagina o que a gente não vê?

Sopa de Quinua

Sopa de Quinua

Aliás, almoçar no Mercado de Sucre é uma experiência bem interessante. Em um dos pavilhões, mesas coletivas são colocadas ao lado de fogões impovisados, como se fossem várias barraquinhas mas sem uma separação formal entre eles. Porém, cada mesa faz parte de um “quiosque” com cardápio específico. Na verdade, os pratos servidos por cada uma das barraquinhas são quase os mesmos e variam entre sopa, frango, carne, arroz, salada de tomate, alface, cebola e batata. Eu pedi uma sopa de quinua (um grãozinho branco pouco maior que o arroz)  com carne e veruras e depois um prato com arroz, carne e … batata!

Almoço no Mercado Municipal de Sucre

Almoço no Mercado Municipal de Sucre

Os talheres ficam em cima da mesa e você senta com os locais. O refrigerante é quente e eles também servem uma bebida feita à base de um grão que não entendi o nome. É um líquido leitoso. Tem gosto de suco de soja em pó batido com água. O “menu” completo saiu por $ 15 Bol. (Para ter uma noção em Reais, divida por 4. Ou seja, saiu por menos de R$5 Reais)

Muitos habitante da cidade almoçam no mercado e, ao compartilhar uma mesa com os locais, nós acabamos virado a atração turística.

Também é possível encontrar em outros pavilhões quiosques de flores (lindos cravos), frutas, cereais e artesanato. Eu comprei uma flauta por $ 5 Bol.

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