Publicado por: @juba7 | julho 30, 2008

Tour na Concha y Toro

COMO CHEGAR

Barricas de roble (carvalho) francês da CyT

Barricas de roble (carvalho) francês da CyT

A vinícola Concha y Toro fica em Pirque, um povoado distante 27 Km da cidade de Santiago, no vale do Rio Maipo. Lá existem outras bodegas, mas a CyT é a mais conhecida. Do centro de Santiago, a viagem leva quase uma hora e meia. Vá até a estação Plaza de Puente Alto, ponto final da linha azul L4. Saia da estação e, na praça, informe-se onde você deve pegar um microonibus azul-celeste (como eles definem a cor do micro) que leva até à vinícola. Nós paramos o primeiro azul-celeste que passou e perguntamos ao motorista. Nem olhamos a numeração. O ônibus deixa quase na porta. Avise ao motorista que você vai à Concha y Toro. Eles já estão acostumados. Ah, e leve moedas para pegar o ônibus.

PREÇO DO WINE TOUR

A entrada para a visita guiada na CyT custa $6 mil pesos chilenos por pessoa (ou US$ 14 dólares ) e acontece em horas pré-determinadas. Na alta temporada, é recomendável ligar e reservar. O telefone é (56-2) 475-5269 ou (56-2) 476-5680 ou ainda (56-2) 476-5000. Também é possível reservar pelo site www.conchaytoro.com
Para saber os horários de atendimento, entre no site, clique em “Visítenos”.  Depois da introdução, clique em “Tour” e, em seguida, “Información y Precios”.

Que a vinícola Concha y Toro tem excelentes vinhos, isso pouca gente discute. Agora, certamente, não são os vinhos que chegam aos nossos supermercados e na maioria dos restaurantes daqui. O “Casillero del Diablo”, tão presentes nas mesas brasileiras, é um dos mais fracos da bodega, depois do “Sunrise”, “Frontera” e “Trio”.

Para quem é mais exigente com vinho, já vou avisando que o tal do tour inclui na degustação apenas dois rótulos: o “Casillero” e o “Marques de Casa Concha”. Esse último, bem melhor que o “Casillero”. Nós ficamos na expectativa de provar o top de linha da CyT, “Don Melchor”. Logo descobrimos que se você quiser prová-lo, tem que pagar pela taça no Wine Bar onde se encerra a visita. O preço da taça do “Don Melchor”: $ 10 mil pesos chilenos (cerca de US$20 dólares). Sou chic, mas não sou tola. Por esse preço, compro uma garrafa inteira de um excelente vinho. Ficamos sem provar o dito.

Rodrigo é o guia da visita em espanhol

Rodrigo é o guia da visita em espanhol

Desgostos à parte, o tour não é de todo ruim. Logo no início da visita, você ganha uma taça de vinho jateada com o nome Concha Y Toro. É com essa taça que você vai provar os vinhos. Achei o gesto muito simpático (o chato é carregar a taça na mão o restante da viagem até voltar para o Brasil). Nosso guia em espanhol, o Rodrigo, era super atencioso. Tentava falar português, traduzindo palavras como “pollo” para “frango”, mostrou a propriedade do velho Don Melchor Cocha y Toro, fundador da bodega, e contou a origem da Lenda do Casillero del Diablo.

A LENDA DO CASILLERO DEL DIABLO

Adega "Casillero del Diablo", trancada a chaves e sob os cuidados do diabo

Adega "Casillero del Diablo", trancada a chaves e sob os cuidados do diabo

A lenda surgiu há mais de 100 anos, quando o fundador da vinícola, Don Melchor Concha y Toro, guardou na adega subterrânea chamada “Casillero” exemplares dos melhores vinhos de cada safra. Com o tempo, ele percebeu que as garrafas estavam sumindo. Como sabia que o povo da região era muito supersticioso, inventou a história de que ali morava o Diabo. O rumor se espalhou pelo povoado e as garrafas nunca mais desapareceram. Hoje o local abriga vários barris com vinho e também uma coleção de garrafas de Don Melchor que têm entre 15 e 20 anos. As garrafas ficam guardadas atrás de um portão de ferro cadeado e com a supervisão do Diabo. Na verdade, uma brincadeira. Junto às garrafas, uma sombra é projetada com um fundo de luz vermelha, como se fosse o próprio Capeta cuidando dos vinhos.

About these ads

Responses

  1. Nossaaaaa parabens!!!

    Seu blog ta otimo!!
    Informações interessantes e importates, fora a liguagem clarissima!!!
    Parabens meeeesmo!!!

    Copiei varias dicas pro meu roteiro!!!!!

  2. Que bom que você gostou do blog.
    A idéia é essa, que não fique nenhuma dúvida quanto às informações. Mas se ainda assim você tiver dúvida, é só deixar um post aqui, ok?

    E se na volta da sua viagem você não concordar com algo que eu disse aqui, por favor, deixe um post discordando. :)

    Beijos e boa viagem!

  3. Juliana,

    Gostaria de algumas dicas. Viajo no dia 4.2 para SANTIAGO. No dia 05.02 pretendo visitar CONCHA Y TORO. Já fiz o agendamento da visita para as 11:00 horas. Depois quero ir para ALMAVIVA. Vc acha que se agendar para 13:30 horas dá tempo de se deslocar de uma pra outra?
    Outra coisa. Será que ainda consigo no mesmo dia visitar SANTA CAROLINA ou COUSIÑO MACUL?

    Vc pode me dar algumas dicas de vinícolas na região metropolitana de SANTIAGO para sexta-feira, dia 06.02?

    No sábado, dia 07.02 irei para o VALE DE COLCHAGUA conhecer VIU MANENT, MONTES e NEYÉN. Vc as conhece?

    atenciosamente

    JERIEL DA COSTA
    SP/SP

  4. Parabéns pelo teu blog. Minhas paixões são literatura, vinho e motocicleta. E vi que vinhos e viagens têm dicas muito legais aqui. Sem falar que você é linda. Já adicionei teu blog aos meus favoritos.bjs

  5. Eu acho meio loucura ficar indo de uma vinícola para outra. Escolha a sua preferida e desfrute com calma. Senão vira um programa de turista clássico, aqueles que correm pra ver tudo e acabam não vendo nada.
    VIU MANENT, MONTES e NEYÉN? Não conheço, mas já anotei aqui os nomes para minha próxima viagem pra lá em junho.

  6. Juliana,

    Dá para visitar no máximo duas vinícolas por dia, uma pela manhã e outra no começo da tarde. P. Ex. Cousiño Macul (11:00 horas) e Concha y Toro (13:30 horas). Ambas ficam relativamente próximas e são servidas de Metrô. Na primeira basta descer na Estação Quilín, lado esquerdo e se dirigir ao estacionamento do Shopping e tomar o ônibus 17 que passa em frente à vinícola e na segunda, descer na última estação “Plaza Puente Alto” e tomar um micrôonibus azul que tb deixa bem na frente da vinícola.

    Desta vez não visitei Santa Carolina mas não é difícil porque fica na região metropolitana de Santiago com acesso pelo metrô.

    O chileno é simpático e está sempre disposto a ajudar. Por isso não êxite: na dúvida pergunte.

    Não consegui agendar Almaviva porque dependendo da época no mínimo dois meses de antecedência!!!

    As vinícolas Neyen, Viu Manent e Montes ficam próximas entre si. Todas estão em Apalta, no Vale de Colchágua (cerca de 180 km de Santiago), apontado como terroir privilegiado para o cultivo de syrah, cabernet sauvignon e carménère (mais ou menos nesta ordem). Para chegar lá acabei contratando os serviços da enotourchile.com (caro mas muito profissional, ótimo atendimento) e a viagem foi muito legal. Vale à pena almoçar no restaurante “La llaveria de Viu Manent” e depois comprar vinhos na lojinha porque são bem mais em conta do que em Santiago (+ de 10%!!). Na Viña Montes tb dá para comprar vinhos e a visita valeu muito à pena.

    Juliana, os vinhos tem preços acessíveis e vc acaba se empolgando e dá para trazer várias garrafas na mala (enrolar em plástico bolha e roupas). Viajei com um amigo que teve que pagar absurdos US$ 7,00 por quilo (equivalente a uma garrafa) de bagagem excedente na LAN.

    Voltei pela Varig e não tive problemas, acredito que devido à baixa ocupação dos lugares. O serviço de bordo é bem superior ao da Gol, há mais espaço e tb porque foi servida uma refeição quente, bem ao contrário da ida (Gol). Se o serviço é sofrível no trecho SP/Bs.As, entre essa cidade e Santiago é medíocre…só para trazer “na mão” garrafas adquiridas no DutyFree, do contrário tem que despachar na bagagem e dp do vinho vale à pena se sujeitar ao pagto. do excesso de bagagem porque aqui a diferença pode chegar até quatro vezes ao preço da origem!!!

    Por fim, como gosto de vinhos (sobretudo os chilenos e depois os argentinos), um amigo fez um blog (www.blogdojeriel.com.br) e futuramente pretendo lançar as fotos e um texto dessa viagem.

    Muito obrigado por sua atenção e o seu blog é utilíssimo, um dos melhores do gênero!

    att.

    Jeriel

  7. Jeriel,
    suas dicas são preciosíssimas! Obrigada por compartilhá-las aqui no Mochila Chic.
    Seu blog está uma gracinha, espero que você possa sempre alimentá-lo com novidades para que todos possamos trocar mais e mais informações sobre vinícolas, vinhos e viagens.
    Forte abraço,
    Juliana

  8. Ola Juliana!
    Seu blog está super legal. Estou lendo de pouco em pouco. Muito bom!

    Queria uma informação que ainda não li, se vc puder me passar, agradeço

    Quando eu entro e marco o horario da visita da CyT no site deles, não fala sobre horario especificos. Então marquei as 10h do dia 05/05. Na hora a visita pode acabar sendo só pra mim?

    obrigado

  9. Pretendo visitar Cousino Macul e Concha Toro no mesmo dia. qual devo ir primeiro e alguma sugestao de lugar bom pra almocar? Obrigado

  10. Oi, Juliana. Fiz o tour da Concha Y Toro, mas gostei mais do da Undurraga. É mai longo e explicativo – muito bom mesmo. E os visitantes também saem de lá com uma bela taça (maior que a da Concha Y Toro). Vou escrever sobre o tour da Undurraga o me blog em breve (www.peqprazeres.blogspot.com).

    Abs!

  11. Bruno, não conheço a Cousino Macul, mas a CyT não é o bicho. É meio pega-turista. Dá uma olhada no post sobre isso no blog.
    Abraço e boas degustações.

  12. Foi uma grande decepção a visita a Concha y Toro, esperei ver muito mais coisa do que uma simples passagem na casa grande, por fora, vista de longe do vinhedo, uma passagem pela adega e fim, não vale o tempo e valores gastos para a visita e os vinhos ainda estavam mais caros do que nas lojas em Santiago, ainda teve o trabalho de trazer a taça, devia ter dado de presente.

  13. Obrigado por vc ter esse trabalho de explicar tudo isso me ajudou muito. pretendo viajar para o Chile e visitar tudo que vc contou estou a gora saboreando um CASILLERO DEL DIABLO , agora vou te contar uma coisa beber esse vinho te reporta a desejos internos e naum sei quem ajuda mas se tornam realidade
    vou visitar esse lugar.Sem contar que vc é linda aceita uma taça de vinho chileno?

  14. Olá Juliana e amigos do blog, muito obrigado por todas as informações aqui postadas, foram fundamentais para minha primeira viagem a Santiago, que fiz neste final de semana com minha esposa. E deixarei aqui minhas impressões e contribuições:
    Minha esposa já estava lá a trabalho e eu cheguei na sexta à tarde, ficamos no Hotel Sheraton, em Providencia. Achei o bairro muito calmo e bonito, mesmo com as avenidas movimentadas de carros e gente. A folhagem das árvores no outono e as cordilheiras com neve ao fundo dão um toque belíssimo e romântico à paisagem do lugar.
    Tínhamos pouco tempo, então fomos de metrô ao centro. Eu que ando de metrô em São Paulo achei uma baba o metrô de Santiago, eles têm estações em todo lugar, quem me dera São Paulo tivesse estações em cada ponto turístico ou de interesse da cidade. Conhecemos a Paseo Ahumada, Plaza de Armas e o Mercado Central – um micro mercado municipal de SP -, onde provei o pisco sour, o mote com huesillos e a paella com o melhor custo-benefício da minha vida – apenas 6.900 pesos. Tudo isso no Donde Augusto, no qual de início não queria ficar mas, por onde eu olhava, só via Donde Augusto… o falatório dos ‘vendedores’ deste restaurante também me venceram pelo cansaço, mas até que no final foi bom. Ah, aqui também provei a cerveja Kuntsman, muito boa.
    Na saída entramos em uma galeria com lojas de departamentos para fugir do vento gelado e dar uma olhada nos preços, mas não vi nada de diferente dos preços em São Paulo, à exceção das promoções nas quais a segunda peça saía por 1 peso, fazendo valer a pena. Pegamos o metrô de volta e,no Hotel, adentramos a noite ao sabor de mais piscos e experimentando também o mango sour (achei mais refrescante que o pisco sour).
    Detalhe: No Donde Augusto eles adicionam um pouco clara de ovo ao pisco sour, diferentemente dos demais lugares que visitei, onde a receita é idêntica à nossa caipirinha, só trocando a cachaça pelo pisco. Apesar do cheiro de ovo da bebida, até que aprovei o ingrediente adicional.
    Havia programado o fim de semana para passar todo em Santiago, mas acabamos fechando dois passeios com a Turistour no hotel para lugares fora da cidade – mesmo sendo um passeio ‘desempacotado’, reconheço que às vezes sinto falta de uma agência para dar segurança aos passeios, ainda mais em terra estrangeira…
    No sábado fomos conhecer o Valle Nevado e Farejones, nas montanhas. Foi o passeio perfeito no dia perfeito, pois estava chovendo em Santiago e, quando chove lá embaixo, neva lá em cima. Foi a primeira vez que vimos neve – e nem esperávamos vê-la, tanto que fomos surpreendidos quando o guia disse que pararíamos numa loja para alugar a vestimenta (botas, luvas, calças e jaquetas para se proteger da neve – o aluguel custou 5.000 pesos cada peça). Bem, se você não for rolar na neve, a bota já é o suficiente. Minha esposa alugou o traje completo, então pôde deitar e rolar na neve sem se preocupar em molha a roupa. O Valle Nevado é uma importante estação de esqui do Chile (senão a mais importante) e a temporada de ski só começa em 15 de junho, então pudemos andar na neve à vontade sem risco de ‘atropelamentos’… pena que o teleférico também estava fechado…. O guia disse que esta é melhor época para visitar o Valle Nevado para quem não quer esquiar, pois já há neve, não venta muito, há pouca gente na estação e não há engarrafamento na estrada sinuosa que sobe até 9.000 metros acima do nível do mar: basta que um motorista não saiba colocar as correntes na roda de seu carro para o caos se instalar na estradinha… Este passeio sem dúvida valeu a viagem.
    à noite fomo no Zully, os pratos realmente são caprichados, a decoração bem intimista e os preços não assustam. O que nos assustou um pouco na verdade foram as cercanias do restaurante, com aqueles prédios antigos, alguns até pichados, e pouca gente cirandando por lá. A pracinha com a fonte poderia ser melhor explorada, não sei se é porque sou paulistano mas aquele cenário me deixou um tanto ressabiado, e me senti até aliviado por ter escolhido ir até lá de taxi e não de metrô…
    No domingo visitamos a vinícola Undurraga, ela fica ainda dentro de Santiago, mas em uma região mais rural. Há guias em inglês e espanhol e o circuito é feito com bastante calma, as explicações são bem detalhadas e incluem todo o processo de fabricação do vinho. Muita gente que já havia visitado outras viñas comentou que esta foi a que melhor explica o processo, e sem pressa nenhuma. Ao final, degustação de 4 bons vinhos e parada para compras.
    Na volta ao hotel, ainda corri até um mercadinho ara comprar piscos e corri novamente para arrumar as malas de volta para SP, lamentando por ter conhecido tão pouco da cidade de Santiago e ter deixado de visitar La Chascona, o Museu de Arte Pré-colombiana, o Cerro San Cristoban, o Palácio e a praça La Moneda, o restaurante Como Água para Chocolate, enfim…. essa é certeza de que para Santiago voltarei.
    Últimos detalhes:
    – utilizar o metrô de Santiago é tranqüilo, rápido, barateia as viagens e te deixa perto de qualquer lugar, além da oportunidade – para quem gosta – de ter contato direto com o dia-a-dia da cidade, se sentir quase que como um morador etc. Pode-se baixar o mapa de toda a malha metroviária da Internet: http://www.metrosantiago.cl/estacion/plano-red
    – fiz a trapalhada de embrulhar os piscos que comprei só em jornal e, claro, não deu certo: eles estouraram na mala. Todavia, os vinhos que estavam embalados com plástico bolha sobreviveram intactos.
    – na LAN o peso limite da bagagem despachada para brasileiros é de 23kg por pessoa. P.ex: como éramos eu e minha esposa, o limite foi de 46kg, pouco importando se cada uma das malas tinha 23kg ou se só um mala tinha 40kg e a outra 6kg. Perdi tempo à toa balanceando o peso entre as malas…
    – No free shop de Santiago os preços são apenas um pouco acima dos praticados na cidade; se estiver com pouco tempo, não se estresse como eu: curta a viagem e deixe para comprar as bebidas e lembranças no aeroporto, enquanto espera seu vôo.
    Mais uma vez, obrigado a todos pelas dicas e comentários, aos quais espero ter incrementado.

  15. Eu dei sorte na minha visita e nos deram na degustação o Don Melchor. Não sou nenhum enólogo, mas é notável a diferença desse vinho para os vinhos de US 20,00. Sugiro que comprem pelo menos uma garrafa ao deixar o tour, pois o preço vale muito a pena e o sabor é indiscutível. Eu mesmo trouxe duas garrafas o que valeu muito a pena.

  16. Oi Fernando,

    quanto você pagou na garrafa?
    Sabe me dizer quanto custava um “Marquês de Casa Concha” lá na CyT? Achei na Bolívia, essa semana, por R$30 reais!

    Abraços.

  17. vou a argentina e chile, como o tempo tá corrido qual desses dois paises separo para conhecer as vinícolas?

  18. Chile, com certeza.

  19. ELE FALOU DO DIABO DE VERDADE

  20. Olá Juliana, parabéns pelo seu blog! Vou para o Chile amanhã, e estou com um dúvida sobre o passeio a Concha y Toro. Queria saber quanto tempo dura o passeio no total? É porque tenho pouco tempo na cidade, e queria aproveitar o máximo possível. Obrigada!

  21. ôpa, ficou meio em cima pra responder, Mônica. A visita não dura tanto, acho que uma hora. O trajeto até lá é que é demorado, mas garanto que você também irá aproveitar esse passeio tanto quanto estivesse na cidade.
    Bjos

  22. Chile tem mais estrutura para visitas a vinícolas. Estrutura no sentido de que estão preparados para receber grandes grupos e sem agendamento prévio.
    Vai depender, também, quais vinhos você prefere e qual vinícola você gosta mais.
    Abraço

  23. A taça é um estorvo mesmo, mesmo porque ele é de vidro, grosseira. Agora, confesso que já a usei em casa com amigos que estavam bêbados pra não correr o risco de quebrar as minha de cristal. :)

  24. Prezada Juliana, como vai?

    Aproveito a oportunidade para perguntar em que época do ano é mais tranquilo para você visitar as vinículas do Chile.

    Paulo Quintanilha

  25. As vini’colas nao contam com um movimento intenso. Pore’m, recomento visitar entre os meses de marco e abril, quando ocorre a colheira da uva em diversos pontos do pai’s.
    Boa viagem e bons vinhos!

  26. o interessante é fazer a visita completa com todas as degustações e o “mini curso” sobre os vinhos, fui em julho desse ano e fiz esse completo….e particularmente recomendo, muito bom….mas, que fez o o simples achou que deixou a desejar pois é bem curto.
    #ficadica

  27. ahhh…parabéns pelo Blog…

  28. oi, adorei sua dicas de como chegar à vinicola de metrô e bus… segui exatamente como explicou e deu certissimo … obrigada:-D!!! boas viagens!!!

  29. Oi Morgana,
    Obrigada pelo retorno aqui no blog. Fico feliz em saber q as pessoas usam mesmo as dicas. Melhor ainda quando vocês aprovam :)

  30. Ameii seu blog.Estou pensando em ir pra Santiago em julho ou agosto egostaria de saber quantos dias preciso pra conhecer a cidade, estações de ski, e vinícola sem enjoar!Obrigada!!

  31. Oi Catharina, depende quantas estações de esqui vc quer conhecer e quantas vinícolas visitar. Duas vinícolas – ambas no mesmo dia – é puxado, mais dá. Mais três dias só em Santiago (pq as vinícolas são mais afastadas) também é suficiente pra museus e pontos turísticos. Depois, tire mais dois dias para se hospedar numa cidade em que tenha estação de esqui. Seis dias são suficientes, mas será bem cansativo. Lembre q vc precisa voltar da estação de esqui a tempo para pegar seu voo de volta de Santiago. Não deixa pra chegar em cima da hora!
    Abraços!

  32. Estou preparando minha viagem para final de maio e estou lendo tudo que posso, agradeço todas as informações, muito úteis. Pelo que estou lendo, não há necessidade de contratar guia para visitar as vinículas próximas a Santiago, basta agendas e chegar lá? É isso?

  33. sob vinhos chilenos …

    sao os melhores de cone sul … porem tudo e custo x beneficio…

    na cidade de santiago situ a av san diego – 1440 existe uma distribuidora de bebidas chamada EL CIELLO , rapaz vai la , voce acha todos os vinhos desde os icones e premiers ate os dia a dia , porem com custos baixissimos , um detalhe so aceitam cash – us e ou pesos! mas da para abastecer a adega com 100 reais em 08 vinhos tintos abs

  34. Oi Meire,

    Eles têm guia lá mesmo. Em espanhol e em inglês.

    Boas visitas’

  35. Obrigada pela resposta.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 449 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: